quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

come a papa, joão come a papa

Tenho de o confessar. Eu como sempre uma colherada de Cerelac quando faço a papa para as minhas filhas. É bom p’ra chuchu. Eu prefiro a clássica. Há umas com sabor a maçã e a pêra, mas a clássica é que é a vedeta. O ritual é sempre o mesmo; não querida, deixa-te estar que eu faço-lhes a papa… no fim de estarem prontas, lá vai disto! Não sei porque tenho alguma vergonha em assumir este vício. Elas não parecem importar-se. Um dia destes arranjo coragem e faço daquilo mesmo o meu jantar! Ah que esplêndido! Uma taça gigantesca de Cerelac! Mas faço-a com leite, com água é para meninos. Gosto da Cerelac num estado em que se tem de mastigar antes de se engolir, ou seja argamassa da boa! E ainda se pode ir mais longe, assim uma espécie de gourmet de papa, tipo depois de feita, pulverizar com chocolate belga em pó, com uma vagem de baunilha, só para ficar bonito, uma bolacha em forma de leque e um mini guarda-sol espetado em cima. Fantástico! Bem, venho já…